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Para descobrir (ou confirmar) seu arquétipo dominante, recomendamos o teste gratuito do IDRLabs, baseado na teoria de Carl Jung. Não é necessário cadastro, o resultado é instantâneo e está disponível em português.

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Os 12 arquétipos

Todo arquétipo apontado pelo teste é prioritário: não existe um “melhor” arquétipo para arquitetos e designers de interiores, existe o arquétipo que é mais verdadeiro para você — e a verdade é o que conecta com o público certo. Abaixo, para cada um dos 12 arquétipos de Jung medidos pelo teste IDRLabs, está a essência do perfil e como transformar isso em conteúdo prático no Instagram, Reels e Stories. Se seu resultado apontou dois arquétipos próximos, combine as duas orientações — isso cria uma linha editorial rica e versátil.

Criador (The Creator/Artist)

Vive para imaginar, projetar e materializar o que ainda não existe — cada projeto é uma obra autoral. Na prática, monte carrosséis que mostrem a evolução “do papel ao concreto” (esboço → moodboard → render → execução → foto final), use legendas em primeira pessoa e tom poético (“Este projeto nasceu de um desejo...”), compartilhe referências externas (arte, natureza, viagens) que inspiraram decisões, e aposte em Reels de time-lapse e Stories de bastidores do processo criativo. Cuidado para não postar só o resultado final sem mostrar o processo, e para sempre encerrar com um CTA — o encanto poético precisa de um próximo passo.

Sábio (The Sage)

Busca a verdade e o conhecimento, e se posiciona como conselheiro confiável que ajuda o público a entender o mundo com profundidade. Na prática, use carrosséis didáticos (“5 coisas que você precisa saber antes de...”), infográficos comparativos (madeira vs. steel frame, tipos de revestimento), posts de antes/depois sempre com explicação técnica do porquê, e Reels respondendo perguntas frequentes olhando para a câmera. O tom é didático e baseado em dados, com estrutura “problema → explicação → solução”. Cuidado com linguagem técnica demais para quem não é arquiteto, e capriche na apresentação visual para que o conteúdo bom também seja atrativo.

Mago (The Wizard)

Também valoriza conhecimento profundo, mas com ênfase em resolver — usa inteligência e visão estratégica para transformar problemas complexos em soluções elegantes que outros não veem. Na prática, prioritize estudos de caso e posts do tipo “como resolvemos”, mostrando um desafio real do projeto e o caminho até a solução, com diagramas simples quando possível. Reels podem mostrar o “antes do problema” e o “depois da solução” em poucos segundos. O tom é confiante e estratégico, menos voltado a ensinar conceitos gerais (isso é mais do Sábio) e mais a demonstrar capacidade de resolver o que parecia impossível.

Herói (The Hero)

Movido por coragem, superação e um forte senso de propósito — busca vencer desafios grandes e inspirar outros com isso. Na prática, use a estrutura do Criador (processo, evolução, bastidores), mas com tom mais assertivo e focado em conquista: “desafio estrutural vencido”, “prazo apertado, entrega impecável”. Reels e Stories podem narrar obstáculos reais do projeto (terreno difícil, prazo curto, orçamento limitado) e como foram superados, terminando sempre com a vitória — o resultado entregue. O tom é de superação e determinação, sem soar arrogante.

Explorador (The Explorer)

Movido por liberdade, curiosidade e o desejo de descobrir o novo — valoriza autonomia e originalidade acima de tradição. Na prática, use a base do Criador, mas com forte presença de referências externas como fonte: viagens, tendências internacionais, materiais pouco usuais, conceitos de outros países. Posts do tipo “inspirado em uma viagem a...” ou “tendência que vimos em [lugar] e adaptamos para o Brasil” funcionam muito bem. O tom é curioso e aventureiro, valorizando o que é diferente e desafiando o convencional sem perder a viabilidade prática do projeto.

Cuidador (The Caregiver)

Naturalmente empático e protetor — coloca o bem-estar do cliente em primeiro lugar e encontra propósito em ajudar. Na prática, use a base de conteúdo educativo do Sábio, mas com tom mais acolhedor: “estou aqui para te ajudar a entender” em vez de “você precisa saber”. Conteúdos sobre como o projeto vai melhorar a rotina e o bem-estar da família, depoimentos emocionais de clientes, e Stories respondendo dúvidas com paciência e gentileza reforçam esse perfil. O tom é calmo, próximo e tranquilizador — ideal para públicos que estão ansiosos com o processo de construir ou reformar.

Amante (The Lover)

Movido por paixão, conexão e profundidade emocional — busca criar vínculos e ambientes que envolvam os sentidos. Na prática, use a base do Criador com forte apelo sensorial: destaque texturas, luz, cheiros (descritos), atmosferas e a experiência de viver o espaço, não só sua aparência. Legendas podem explorar como o ambiente faz a pessoa se sentir (“um lugar para receber quem você ama”), e Reels podem usar música e edição mais sensoriais, com cortes suaves. O tom é caloroso, íntimo e emocional, ótimo para projetos residenciais e espaços de convivência.

Cara Comum (The Everyman)

Valoriza pertencimento, simplicidade e autenticidade — não busca se destacar pela exclusividade, mas pela proximidade e confiabilidade. Na prática, use a base educativa do Sábio com linguagem ainda mais simples e direta, evitando jargões: “vamos conversar sobre arquitetura sem complicação”. Mostre processos do dia a dia sem filtro excessivo, responda perguntas com humildade, e foque em projetos acessíveis e funcionais. O tom é honesto, sem pretensão, e funciona muito bem para conectar com clientes que se sentem intimidados pelo universo da arquitetura.

Inocente (The Innocent)

Otimista, positivo e transparente — busca harmonia e acredita no que é simples e bem-intencionado. Na prática, use a base do Criador com tom leve e otimista, evitando jargões e complexidade técnica. Posts sobre como pequenas mudanças trazem grande impacto na qualidade de vida, paletas de cores claras e acolhedoras, e legendas que transmitem esperança e simplicidade (“um espaço simples pode mudar o seu dia”) reforçam esse perfil. O tom é gentil e sincero, e funciona bem para públicos que buscam tranquilidade e fugir da complexidade do mundo.

Fora-da-Lei (The Rebel)

Questiona o status quo e busca romper com regras e convenções que considera ultrapassadas — não por rebeldia gratuita, mas para propor algo melhor. Na prática, use a base do Criador, mas com conteúdo que questiona padrões do mercado: “por que ainda projetamos assim?”, “o que a arquitetura tradicional ainda erra”. Funciona bem para quem propõe soluções não convencionais (plantas livres, materiais alternativos, processos diferentes do padrão). O tom é direto, provocador (com respeito) e seguro — quem questiona precisa demonstrar que tem fundamento.

Bobo da Corte (The Jester)

Traz humor, leveza e a capacidade de tornar qualquer assunto mais agradável — usa o riso para criar conexão e desarmar a seriedade excessiva. Na prática, use a base do Criador com humor e leveza: memes sobre o dia a dia da arquitetura, situações engraçadas de obra (com bom senso), trends de áudio adaptados ao universo de arquitetos. Funciona muito bem para Reels e Stories, gerando alto engajamento e compartilhamentos. O cuidado principal é não perder a percepção de profissionalismo, especialmente em contas que também atendem projetos de alto padrão — o humor deve ser um tempero, não o prato principal.

Governante (The Ruler)

Representa autoridade, controle e excelência — busca criar ordem, estabilidade e resultados impecáveis, com forte vocação para projetos de alto padrão e clientes exigentes. Na prática, use posts minimalistas (1 imagem de altíssima qualidade + legenda curta e direta), priorize fotografia profissional no feed (reserve o celular para Stories), e mantenha o foco no resultado final — o feed deve parecer um portfólio editorial, não um diário de obra. Depoimentos de clientes em formato elegante e vídeos institucionais curtos com edição sofisticada reforçam esse perfil. O tom é sóbrio e assertivo, sem explicações longas. Cuidado para que a sobriedade não pareça distância — uma pitada de bastidor bem curada humaniza sem perder a sofisticação, e manter consistência na frequência evita sumir do radar do algoritmo.

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